Durante muito tempo, eu tenho procurado me interessar por Java. Apesar de vários contras, mesmo achando complicado e difícil, com tantos arquivos XML e tanta configuração confusa, venho procurando um framework que chegasse perto do Ruby on Rails, só que em Java. O principal motivo (pessoal) era querer usar Java para algo útil, além melhorar o meu currículo (e como…).
Foram diversos meses estudando alguns frameworks, até que tive a felicidade de encontrar o Play Framework! Durante conversas no twitter, tive até a seguinte resposta: “Tão fácil que nem parece Java”, e estudando o framework mais a fundo pude comprovar isso!
Se você quer dominar um pouco a linguagem Java, mas nunca conseguiu fazer algo entre tantos frameworks, conceitos e siglas, chegou a hora de conhecer este excelente framework, que irá lhe ajudar a criar aplicações Web com mais facilidade e rapidez.
Características
O Play Framework contém diversas semelhanças com o Ruby on Rails, e diversas características, entre as quais podemos destacar:
- Sem Build demorado: Você altera o código e dá reload na página
- REST: Roteamento inteligente para suporte a RESTful
- Templates: Sistema eficiente de templates baseados no Groovy
- Console: Crie aplicações e faça ajustes no próprio console
- Fácil de instalar: Baixe e crie a sua aplicação
- MVC: Claro, baseado no padrão MVC
- Persistência: Simples de usar, baseado no JPA
- Diversas APIs: Webservice, oAuth, Acl, OpenID e muito mais
- Fácil: A principal característica!!!! Nem parece que é Java
- Orientado a testes
Funcionalidades legais
Antes de instalar e usar o framework, vamos ver algumas funcionalidades bem legais do Play! para que possamos ficar mais motivados a seguir em frente.
Comandos via console
Criar um projeto em Play!. É tão fácil, igual no Rails, basta usar:
$ play new nomeDoProjeto
Toda a estrutura do projeto será criada, incluindo arquivos de configuração e o roteamento inicial da aplicação. Se você deseja abrir o projeto no Eclipse ou no Netbeans, o Play! cria o projeto para você. Basta fazer assim:
$ play eclipsify nomeDoProjeto
ou:
$ play netbeansify nomeDoProjeto
Dessa forma, você poderá importar o projeto de sua IDE e todas as configurações estarão realizadas. Outro comando importante é a gerador de war (deploy).
$ play war nomeDoProjeto -o nomeDoProjeto.war
Manipulação de erros
Quando existe algum erro de sintaxe no código, ao acessar o sistema, teremos uma tela semelhante a esta:
Com o erro na tela, podemos facilmente corrigir e recarregar a página. Não é preciso recompilar nada!
Padrão MVC
Seguindo o padrão MVC, o seu projeto consiste de três pastas: app/controllers, app/models e app/views. Cada controller possui uma pasta em app/views e cada método do controller geralmente possui arquivo template na pasta.
Por exemplo, o controller Application (criado pelo Play!) possui o método index(), que por sua vez possui o template app/views/Application/index.html.
Vamos ver este controller:
app/controllers/Application.java
app/controllers/Application.java
package controllers; import play.*; import play.mvc.*; import java.util.*; import models.*; public class Application extends Controller { public static void index() { render(); } }
O render() irá carregar o template com o nome do método. O template é exibido logo a seguir:
app/views/Application/index.html
app/views/Application/index.html
#{extends 'main.html' /} #{set title:'Home' /} <h1>Hello World</h1>
Roteamento REST
O arquivo /conf/routes contém todo o roteamento RESTful da aplicação. Veja:
# Routes # This file defines all application routes (Higher priority routes first) # ~~~~ # Home page GET / Application.index #USERS GET /user/{id} Users.show # Ignore favicon requests GET /favicon.ico 404 # Map static resources from the /app/public folder to the /public path GET /public/ staticDir:public # Catch all * /{controller}/{action} {controller}.{action}
O primeiro item do roteamento diz que a raiz do site irá carregar o método index do controller Application. Outro exemplo é quando acessamos /user/1, redirecionando para o controller Users e o método show. Veja que temos o roteamento baseado no GET, mas podemos ter algo como POST, PUT, DELETE etc.
Persistência de dados
Um dos fatores principais de qualquer framework é persistir dados no banco relacional de forma orientada a objetos. O Play!, juntamente com o JPA, resolve esse problema facilmente. Basta criar as classes usando a nomenclatura JPA e realizar as operações para manipulação de dados.
Locale
Suporte para a tradução de mensagens de forma fácil, bastando apenas usar as template tags disponíveis.
Ainda existem outras funcionalidades interessantes ligadas ao Play!, que veremos em um próximo artigo. Até lá, que tal criarmos um “sisteminha” explorando as funcionalidades do Play!? Deixe sugestões aí nos comentários! Até a próxima!
Durante muito tempo, eu tenho procurado me interessar por Java. Apesar de vários contras, mesmo achando complicado e difícil, com tantos arquivos XML e tanta configuração confusa, venho procurando um framework que chegasse perto do Ruby on Rails, só que em Java. O principal motivo (pessoal) era querer usar Java para algo útil, além melhorar o meu currículo (e como…).
Foram diversos meses estudando alguns frameworks, até que tive a felicidade de encontrar o Play Framework! Durante conversas no twitter, tive até a seguinte resposta: “Tão fácil que nem parece Java”, e estudando o framework mais a fundo pude comprovar isso!
Se você quer dominar um pouco a linguagem Java, mas nunca conseguiu fazer algo entre tantos frameworks, conceitos e siglas, chegou a hora de conhecer este excelente framework, que irá lhe ajudar a criar aplicações Web com mais facilidade e rapidez.
Características
O Play Framework contém diversas semelhanças com o Ruby on Rails, e diversas características, entre as quais podemos destacar:
- Sem Build demorado: Você altera o código e dá reload na página
- REST: Roteamento inteligente para suporte a RESTful
- Templates: Sistema eficiente de templates baseados no Groovy
- Console: Crie aplicações e faça ajustes no próprio console
- Fácil de instalar: Baixe e crie a sua aplicação
- MVC: Claro, baseado no padrão MVC
- Persistência: Simples de usar, baseado no JPA
- Diversas APIs: Webservice, oAuth, Acl, OpenID e muito mais
- Fácil: A principal característica!!!! Nem parece que é Java
- Orientado a testes
Funcionalidades legais
Antes de instalar e usar o framework, vamos ver algumas funcionalidades bem legais do Play! para que possamos ficar mais motivados a seguir em frente.
Comandos via console
Criar um projeto em Play!. É tão fácil, igual no Rails, basta usar:
$ play new nomeDoProjeto
Toda a estrutura do projeto será criada, incluindo arquivos de configuração e o roteamento inicial da aplicação. Se você deseja abrir o projeto no Eclipse ou no Netbeans, o Play! cria o projeto para você. Basta fazer assim:
$ play eclipsify nomeDoProjeto
ou:
$ play netbeansify nomeDoProjeto
Dessa forma, você poderá importar o projeto de sua IDE e todas as configurações estarão realizadas. Outro comando importante é a gerador de war (deploy).
$ play war nomeDoProjeto -o nomeDoProjeto.war
Manipulação de erros
Quando existe algum erro de sintaxe no código, ao acessar o sistema, teremos uma tela semelhante a esta:
Com o erro na tela, podemos facilmente corrigir e recarregar a página. Não é preciso recompilar nada!
Padrão MVC
Seguindo o padrão MVC, o seu projeto consiste de três pastas: app/controllers, app/models e app/views. Cada controller possui uma pasta em app/views e cada método do controller geralmente possui arquivo template na pasta.
Por exemplo, o controller Application (criado pelo Play!) possui o método index(), que por sua vez possui o template app/views/Application/index.html.
Vamos ver este controller:
app/controllers/Application.java
app/controllers/Application.java
package controllers; import play.*; import play.mvc.*; import java.util.*; import models.*; public class Application extends Controller { public static void index() { render(); } }
O render() irá carregar o template com o nome do método. O template é exibido logo a seguir:
app/views/Application/index.html
app/views/Application/index.html
#{extends 'main.html' /} #{set title:'Home' /} <h1>Hello World</h1>
Roteamento REST
O arquivo /conf/routes contém todo o roteamento RESTful da aplicação. Veja:
# Routes # This file defines all application routes (Higher priority routes first) # ~~~~ # Home page GET / Application.index #USERS GET /user/{id} Users.show # Ignore favicon requests GET /favicon.ico 404 # Map static resources from the /app/public folder to the /public path GET /public/ staticDir:public # Catch all * /{controller}/{action} {controller}.{action}
O primeiro item do roteamento diz que a raiz do site irá carregar o método index do controller Application. Outro exemplo é quando acessamos /user/1, redirecionando para o controller Users e o método show. Veja que temos o roteamento baseado no GET, mas podemos ter algo como POST, PUT, DELETE etc.
Persistência de dados
Um dos fatores principais de qualquer framework é persistir dados no banco relacional de forma orientada a objetos. O Play!, juntamente com o JPA, resolve esse problema facilmente. Basta criar as classes usando a nomenclatura JPA e realizar as operações para manipulação de dados.
Locale
Suporte para a tradução de mensagens de forma fácil, bastando apenas usar as template tags disponíveis.
Ainda existem outras funcionalidades interessantes ligadas ao Play!, que veremos em um próximo artigo. Até lá, que tal criarmos um “sisteminha” explorando as funcionalidades do Play!? Deixe sugestões aí nos comentários! Até a próxima!
David Medeiros(mtc)
Com a chegada do novo Windows 8, foi introduzido um novo tipo de aplicação: a Windows Store App. Essa nova família de aplicativos conta com um visual totalmente renovado e irá funcionar em uma variedade de dispositivos, e não apenas em PCs ou notebooks. Isso mesmo, o objetivo é que seu aplicativo possa ser executado em um desktop, um tablet, ou qualquer outro dispositivo rodando Windows 8.
Para desenvolver esses aplicativos, você pode optar por uma variedade de linguagens e tecnologias, de acordo com o seu conhecimento ou preferência:
- Se você está acostumado com o ambiente Web, você pode desenvolver um aplicativo Windows Store App usando HTML5, CCS, Level 3 (CSS3) e Javascript.
- Se você tem conhecimentos em .NET, WPF ou Silverlight, você pode desenvolver seu aplicativo Windows Store App usando XAML com o código em C++, C# ou VB .NET.
- Se o seu aplicativo tiver um apelo gráfico, como jogos por exemplo, você poderá optar pelo DirectX, usando C++ e HLSL para aproveitar ao máximo os recursos gráficos.
É importante dizer que aplicações Windows Store App são suportadas apenas no Windows 8. Você não irá conseguir desenvolver ou executar esses aplicativos em Windows XP, Windows Vista, Windows 7 ou qualquer versão de Windows Server, nem mesmo o Windows Server 2012.
O Windows 8 ainda aceita aplicativos convencionais, mas eles não contam com o novo universo de possibilidades que nasce junto com esse tipo de aplicativo.
Diferente de qualquer app que estamos acostumados a ver, aplicativos para Windows Store app não possuem barras, o que faz com que o usuário se concentre no que é mais importante: o conteúdo.
O layout
Uma Windows Store app pode suportar diferentes tipos de layouts e visualizações, o que permite criar uma experiência harmoniosa e fluida nos mais variados tamanhos de tela.
A interação
Windows Store apps funcionam bem com uma variedade de fonte de entrada incluindo toque (touch), caneta, mouse e teclado. Seus usuários poderão contar com os mais variados tipos de interações com o seu aplicativo.
Aonde foram parar as barras e os menus?
Não existem mais menus como estamos acostumados, a primeira interface de comando com a sua aplicação é a app bar. Você deve utiliza-lá para apresentar a navegação, os comandos e as ferramentas para o usuário. O app bar é oculto por default e aparece quando o usuário toca o dedo na parte superior ou inferior da tela ou clica com o botão direito do mouse na tela do aplicativo.
Outra interface de comando que podemos utilizar é chamada de charms bar. Essa barra é composta por um conjunto específico e consistente de botões (pesquisar, compartilhar, conectar, configurar e iniciar) e está disponível em todas aplicações.
A Microsoft acredita que algumas tarefas são interessantes em todo aplicativo, bem como:
- Pesquisar por um conteúdo localizado na sua aplicação ou em outra aplicação.
- Compartilhar o conteúdo de sua aplicação com pessoas ou serviços.
- Ir diretamente para o Iniciar.
- Conectar dispositivos, enviar conteúdo e imprimir.
- Usar o botão Configurações para definir as preferências para sua aplicação.
Neste artigo, tratamos alguns dos novos conceitos que foram introduzidos com a chegada do Windows 8. No próximo, iremos dar continuidade a todas essas novidades na pratica.
Obrigado e até a próxima.
Com a chegada do novo Windows 8, foi introduzido um novo tipo de aplicação: a Windows Store App. Essa nova família de aplicativos conta com um visual totalmente renovado e irá funcionar em uma variedade de dispositivos, e não apenas em PCs ou notebooks. Isso mesmo, o objetivo é que seu aplicativo possa ser executado em um desktop, um tablet, ou qualquer outro dispositivo rodando Windows 8.
Para desenvolver esses aplicativos, você pode optar por uma variedade de linguagens e tecnologias, de acordo com o seu conhecimento ou preferência:
- Se você está acostumado com o ambiente Web, você pode desenvolver um aplicativo Windows Store App usando HTML5, CCS, Level 3 (CSS3) e Javascript.
- Se você tem conhecimentos em .NET, WPF ou Silverlight, você pode desenvolver seu aplicativo Windows Store App usando XAML com o código em C++, C# ou VB .NET.
- Se o seu aplicativo tiver um apelo gráfico, como jogos por exemplo, você poderá optar pelo DirectX, usando C++ e HLSL para aproveitar ao máximo os recursos gráficos.
É importante dizer que aplicações Windows Store App são suportadas apenas no Windows 8. Você não irá conseguir desenvolver ou executar esses aplicativos em Windows XP, Windows Vista, Windows 7 ou qualquer versão de Windows Server, nem mesmo o Windows Server 2012.
O Windows 8 ainda aceita aplicativos convencionais, mas eles não contam com o novo universo de possibilidades que nasce junto com esse tipo de aplicativo.
Diferente de qualquer app que estamos acostumados a ver, aplicativos para Windows Store app não possuem barras, o que faz com que o usuário se concentre no que é mais importante: o conteúdo.
O layout
Uma Windows Store app pode suportar diferentes tipos de layouts e visualizações, o que permite criar uma experiência harmoniosa e fluida nos mais variados tamanhos de tela.
A interação
Windows Store apps funcionam bem com uma variedade de fonte de entrada incluindo toque (touch), caneta, mouse e teclado. Seus usuários poderão contar com os mais variados tipos de interações com o seu aplicativo.
Aonde foram parar as barras e os menus?
Não existem mais menus como estamos acostumados, a primeira interface de comando com a sua aplicação é a app bar. Você deve utiliza-lá para apresentar a navegação, os comandos e as ferramentas para o usuário. O app bar é oculto por default e aparece quando o usuário toca o dedo na parte superior ou inferior da tela ou clica com o botão direito do mouse na tela do aplicativo.
Outra interface de comando que podemos utilizar é chamada de charms bar. Essa barra é composta por um conjunto específico e consistente de botões (pesquisar, compartilhar, conectar, configurar e iniciar) e está disponível em todas aplicações.
A Microsoft acredita que algumas tarefas são interessantes em todo aplicativo, bem como:
- Pesquisar por um conteúdo localizado na sua aplicação ou em outra aplicação.
- Compartilhar o conteúdo de sua aplicação com pessoas ou serviços.
- Ir diretamente para o Iniciar.
- Conectar dispositivos, enviar conteúdo e imprimir.
- Usar o botão Configurações para definir as preferências para sua aplicação.
Neste artigo, tratamos alguns dos novos conceitos que foram introduzidos com a chegada do Windows 8. No próximo, iremos dar continuidade a todas essas novidades na pratica.
Obrigado e até a próxima.
David Medeiros(mtc)
O Twitter tem ganho espaço no Brasil, e nas conversas nas mídias e redes sociais. Mas para usar o Twitter com eficiência, principalmente se você pretende um uso profissional, empresarial ou para marketing digital em sua empresa, você tem que conhecer ferramentas que complementar o Twitter e ajudam a usar melhor esta ferramenta de comunicação on-line, que invade a Internet.
O Twitter, como muitos sites de mídias sociais, permite agregar aplicações de terceiros, através da API do Twitter. Assim outras empresas podem desenvolver software para o Twitter e criar aplicações adicionais para a ferramenta. Muitas empresas ao redor do mundo tem criado ferramentas úteis, que você pode utilizar para seu uso pessoal, empresarial, corporativo, ou até para o gerenciamento de marca e publicidade de algum cliente. Seja você uma empresa, um advogado, um médico, um engenheiro, um empresário, um músico, ou até mesmo um diretor ou gerente de marketing ou marca, você vai achar as 7 ferramentas que separei para você.
Para usar o Twitter : Embora você possa usar o seu navegador para acessar o Twitter, existem duas ferramentas que servem para você acessar o Twitter, com a tecnologia Adobe Air, diretamente do seu computador : o Twhirl e o TweetDeck. Para quem usa o navegador Firefox, há um plugin chamadoTwitbin. São gratuitos e você baixa e instala no seu computador, e pode usar o Twitter de uma forma mais eficiente, visualizando ao mesmo tempo os tuits que você segue, as pessoas que respondem a você, ver perfis, e mensagens diretas, sem ter que mudar de página como no navegador.
- Para pesquisar no Twitter : Use o Tweetscan, Twitdir ou o Twitter Search para pesquisar e saber o que estão falando de você, da sua marca, ou de um tópico de seu interesse. Por exemplo, posso pesquisar o que estão falando do meu livro no Twitter digitando “Bíblia do Marketing Digital“.
- Para seguir conversas no Twitter : O Friendfeed permite concentrar todo o conteúdo disponível emRSS em uma única página. A aplicação também permite que se responda diretamente, sem a necessidade de navegar pelo Twitter.
- Para criar discussões e promoções : Também chamados de hashtags, o uso do símbolo # antes da palavra, permite acompanhar um tema que você ou outro usuário criou. Seu uso permite uma série de aplicações complementares ao Twitter, como explicado em meu artigo “O que é o Twitter e como funciona“.
- Para usar o Twitter localmente : Se você está interessado em uma região específica, por exemplo o local onde mora, o Twitterlocal filtra os tuits baseado no perfil do usuário e seu local de origem. Para negócios localizados, como lojas e restaurantes, é a aplicação ideal.
- com o seu Twitter, como @publicidadeweb ou publicidadeweb. Assim o Google irá enviar para seu e-mail atualizações periódicas sobre as referencias a seus tuits na rede.
- Para integrar o Twitter com outras mídias : Existem duas ferramentas importantes para integrar o Twitter com outras mídias. O TwitPic é uma ferramenta que permite que você tuite fotos. Seus seguidores vêem a descrição e o link para a foto. Já o Tinyurl é uma ferramenta que permite transformar URLs grandes, em pequenos links, que aparecem no Twitter, economizando os escassos 140 caracteres.
Estas aplicações são as básicas que eu recomendo, mas estou produzindo outro posts com mais de 60 aplicações para o Twitter. No final estas aplicações todas servem para aumentar a eficiência do uso do
O Twitter tem ganho espaço no Brasil, e nas conversas nas mídias e redes sociais. Mas para usar o Twitter com eficiência, principalmente se você pretende um uso profissional, empresarial ou para marketing digital em sua empresa, você tem que conhecer ferramentas que complementar o Twitter e ajudam a usar melhor esta ferramenta de comunicação on-line, que invade a Internet.
O Twitter, como muitos sites de mídias sociais, permite agregar aplicações de terceiros, através da API do Twitter. Assim outras empresas podem desenvolver software para o Twitter e criar aplicações adicionais para a ferramenta. Muitas empresas ao redor do mundo tem criado ferramentas úteis, que você pode utilizar para seu uso pessoal, empresarial, corporativo, ou até para o gerenciamento de marca e publicidade de algum cliente. Seja você uma empresa, um advogado, um médico, um engenheiro, um empresário, um músico, ou até mesmo um diretor ou gerente de marketing ou marca, você vai achar as 7 ferramentas que separei para você.
Para usar o Twitter : Embora você possa usar o seu navegador para acessar o Twitter, existem duas ferramentas que servem para você acessar o Twitter, com a tecnologia Adobe Air, diretamente do seu computador : o Twhirl e o TweetDeck. Para quem usa o navegador Firefox, há um plugin chamadoTwitbin. São gratuitos e você baixa e instala no seu computador, e pode usar o Twitter de uma forma mais eficiente, visualizando ao mesmo tempo os tuits que você segue, as pessoas que respondem a você, ver perfis, e mensagens diretas, sem ter que mudar de página como no navegador.
- Para pesquisar no Twitter : Use o Tweetscan, Twitdir ou o Twitter Search para pesquisar e saber o que estão falando de você, da sua marca, ou de um tópico de seu interesse. Por exemplo, posso pesquisar o que estão falando do meu livro no Twitter digitando “Bíblia do Marketing Digital“.
- Para seguir conversas no Twitter : O Friendfeed permite concentrar todo o conteúdo disponível emRSS em uma única página. A aplicação também permite que se responda diretamente, sem a necessidade de navegar pelo Twitter.
- Para criar discussões e promoções : Também chamados de hashtags, o uso do símbolo # antes da palavra, permite acompanhar um tema que você ou outro usuário criou. Seu uso permite uma série de aplicações complementares ao Twitter, como explicado em meu artigo “O que é o Twitter e como funciona“.
- Para usar o Twitter localmente : Se você está interessado em uma região específica, por exemplo o local onde mora, o Twitterlocal filtra os tuits baseado no perfil do usuário e seu local de origem. Para negócios localizados, como lojas e restaurantes, é a aplicação ideal.
- com o seu Twitter, como @publicidadeweb ou publicidadeweb. Assim o Google irá enviar para seu e-mail atualizações periódicas sobre as referencias a seus tuits na rede.
- Para integrar o Twitter com outras mídias : Existem duas ferramentas importantes para integrar o Twitter com outras mídias. O TwitPic é uma ferramenta que permite que você tuite fotos. Seus seguidores vêem a descrição e o link para a foto. Já o Tinyurl é uma ferramenta que permite transformar URLs grandes, em pequenos links, que aparecem no Twitter, economizando os escassos 140 caracteres.
Estas aplicações são as básicas que eu recomendo, mas estou produzindo outro posts com mais de 60 aplicações para o Twitter. No final estas aplicações todas servem para aumentar a eficiência do uso do
David Medeiros(mtc)
Para quem usa Linux e Windows, a instalação do novo sistema da Microsoft implica no sumiço do menu de boot. Para fazê-lo retornar, inicie o micro com o CD do Ubuntu no drive. Depois, escolha o item Testar o Ubuntu Sem Qualquer Mudança no Computador. Abra o terminal em Aplicativos > Acessórios > Terminal e tecle o su. Depois, digite o comando grub e, em seguida, find /boot/grub/stage1. Será mostrada a partição com o grub, com um texto como hd01. Rode, então, os comandos root (hd01) e setup (hd01).
Fonte: Info Abril
Para quem usa Linux e Windows, a instalação do novo sistema da Microsoft implica no sumiço do menu de boot. Para fazê-lo retornar, inicie o micro com o CD do Ubuntu no drive. Depois, escolha o item Testar o Ubuntu Sem Qualquer Mudança no Computador. Abra o terminal em Aplicativos > Acessórios > Terminal e tecle o su. Depois, digite o comando grub e, em seguida, find /boot/grub/stage1. Será mostrada a partição com o grub, com um texto como hd01. Rode, então, os comandos root (hd01) e setup (hd01).
Fonte: Info Abril
David Medeiros(mtc)

Tag cloud generator e uma ferramenta que gera nuvem de tags rapidamente de qualquer blog ou site, ou diretamente de uma lista personalizada. Você pode definir o estilo do texto conforme a prioridade da palavra chave. O sistema gera um código html fácil de ser implementado. As nuvens são interessantes pois podem aumentar o número de Page views do seu site ou blog

Tag cloud generator e uma ferramenta que gera nuvem de tags rapidamente de qualquer blog ou site, ou diretamente de uma lista personalizada. Você pode definir o estilo do texto conforme a prioridade da palavra chave. O sistema gera um código html fácil de ser implementado. As nuvens são interessantes pois podem aumentar o número de Page views do seu site ou blog
David Medeiros(mtc)
A velocidade que a internet traz coisas novas é realmente impressionante! No entanto, vemos muita coisa desaparecer com a mesma rapidez que chegou ao topo. Ficar entre os favoritos dos web maníacos não é tarefa fácil.
Porém, entretanto, todavia… quando a novidade vale a pena temos que compartilhar. Afinal, é isso que é a internet, não? Um imenso campo de informações compartilhadas a cada segundo.
Conhecemos essa semana duas ferramentas que vieram para facilitar a vida dos internautas, principalmente daqueles que utilizam as redes sociais no dia a dia.
A primeira é para quem não tem tempo, mas gostaria de ver os vídeos que seus amigos publicam nas mídias. Trata-se da Shelby.tv, uma ferramenta que você conecta ao Twitter e ao Facebook e ela armazena todos os vídeos publicados por seus contatos. Você ainda pode compartilhar os vídeos que gostar, salvá-los com você ou ainda marcar pra assistir mais tarde, tudo pela própria ferramenta. Legal né? Foi o site antenadíssimo do youPIXque divulgou!
A outra descoberta é bem bacana para as pessoas que amam favoritar links, posts, vídeos e tudo mais que a nossa social web life permite. É o Stellar, um site que armazena seus favoritos do Twitter, YouTube, Flickr e Vimeo, além de permitir também que você siga outros usuários e veja o que eles andam favoritando na rede. A jornalista e tuiteiraRosana Hermann é usuária ávida do serviço, aliás, foi através dela que conhecemos!
As duas ferramentas estão em inglês, mas possuem interface bem simples e são de ótima usabilidade. Vale a pena experimentar!
Gostou? Conhece mais opções? Conta pra gente!
A velocidade que a internet traz coisas novas é realmente impressionante! No entanto, vemos muita coisa desaparecer com a mesma rapidez que chegou ao topo. Ficar entre os favoritos dos web maníacos não é tarefa fácil.
Porém, entretanto, todavia… quando a novidade vale a pena temos que compartilhar. Afinal, é isso que é a internet, não? Um imenso campo de informações compartilhadas a cada segundo.
Conhecemos essa semana duas ferramentas que vieram para facilitar a vida dos internautas, principalmente daqueles que utilizam as redes sociais no dia a dia.
A primeira é para quem não tem tempo, mas gostaria de ver os vídeos que seus amigos publicam nas mídias. Trata-se da Shelby.tv, uma ferramenta que você conecta ao Twitter e ao Facebook e ela armazena todos os vídeos publicados por seus contatos. Você ainda pode compartilhar os vídeos que gostar, salvá-los com você ou ainda marcar pra assistir mais tarde, tudo pela própria ferramenta. Legal né? Foi o site antenadíssimo do youPIXque divulgou!
A outra descoberta é bem bacana para as pessoas que amam favoritar links, posts, vídeos e tudo mais que a nossa social web life permite. É o Stellar, um site que armazena seus favoritos do Twitter, YouTube, Flickr e Vimeo, além de permitir também que você siga outros usuários e veja o que eles andam favoritando na rede. A jornalista e tuiteiraRosana Hermann é usuária ávida do serviço, aliás, foi através dela que conhecemos!
As duas ferramentas estão em inglês, mas possuem interface bem simples e são de ótima usabilidade. Vale a pena experimentar!
Gostou? Conhece mais opções? Conta pra gente!
David Medeiros(mtc)
Para programar seu posts no twitter é so se cadastrar no tweet-u-later, escrever seus textos e dizer em quais dias e em quais horários você quer que eles sejam publicados do microblog.
Para programar seu posts no twitter é so se cadastrar no tweet-u-later, escrever seus textos e dizer em quais dias e em quais horários você quer que eles sejam publicados do microblog.
David Medeiros(mtc)



